Um rato no estoque não é só um susto. Ele rói embalagens, contamina mercadoria, danifica fiação e pode levar à perda de lotes inteiros, multa e cliente insatisfeito.
Em indústrias e galpões logísticos, o risco é maior: áreas grandes, docas abertas o dia todo, paletes, vegetação no entorno e muita circulação de carga. Por isso, o controle de roedores e a desratização nesses lugares não podem depender de uma aplicação de vez em quando.
Neste artigo, explicamos como funciona um programa de monitoramento profissional e o que sua empresa deve receber da empresa contratada.
Por que galpões atraem roedores
Ratos e camundongos procuram três coisas: abrigo, alimento e água. Um galpão costuma oferecer as três.
- Abrigo: pilhas de paletes, materiais parados, forros, canaletas e vegetação alta junto aos muros.
- Alimento: restos de refeição dos funcionários, lixo mal fechado e mercadorias com embalagens rompidas.
- Entrada fácil: portões e docas abertos, frestas sob portas, ralos sem tela e passagens de tubulação.
Um camundongo passa por um vão do tamanho de uma caneta. Por isso, a prevenção começa na estrutura, e não só no produto aplicado.
Como funciona a desratização com porta-iscas
O controle profissional trabalha em barreiras, de fora para dentro:
- Perímetro externo: porta-iscas trancados, fixados e numerados ao redor do prédio e junto aos muros. As iscas ficam protegidas dentro da caixa, longe do alcance de pessoas e animais.
- Entradas e docas: dispositivos perto de portões e acessos, onde os roedores tentam entrar.
- Áreas internas: armadilhas sem veneno, como placas adesivas e armadilhas mecânicas, para não haver risco de contaminar produtos e embalagens.
Em cada visita, o técnico confere todos os pontos, registra consumo de isca, captura ou sinais de atividade e repõe o que for preciso. Assim, dá para ver onde está o problema e agir antes de ele crescer.
O mapa de dispositivos e os registros
Cada porta-isca e armadilha recebe um número e aparece em um mapa da planta da empresa. O mapa mostra onde está cada ponto e facilita a conferência por qualquer pessoa, inclusive auditores e fiscais.
Com os registros das visitas, é possível acompanhar a evolução ponto a ponto. Se um setor começa a mostrar atividade, a equipe reforça aquela área e orienta a empresa sobre o que corrigir, como uma porta que não veda ou um acúmulo de material.
Esses documentos são cobrados pela Vigilância Sanitária e por auditorias de clientes e certificações. Ter tudo organizado evita dor de cabeça na hora da fiscalização.
O que sua empresa pode fazer junto
O controle funciona melhor quando a empresa contratada e a equipe interna trabalham juntas:
- Manter a vegetação do entorno baixa e o lixo em recipientes fechados.
- Guardar paletes e materiais afastados das paredes e do chão, quando possível.
- Instalar vedação na parte de baixo das portas e telas nos ralos.
- Não mexer nem retirar os porta-iscas do lugar.
- Avisar a empresa de controle de pragas assim que alguém vir sinais, como fezes, roeduras ou trilhas de gordura nas paredes.
Controle de roedores em Curitiba e região metropolitana
A Astral Curitiba atende indústrias e centros logísticos de Curitiba e da região metropolitana, como São José dos Pinhais, Araucária, Pinhais, Colombo e Campo Largo, com programas de controle de roedores sob medida. A frequência das visitas é definida conforme o risco de cada local, por exemplo quinzenal ou mensal.
Você recebe o mapa de iscas e armadilhas, os comprovantes de execução de cada visita, o relatório técnico, o certificado de garantia e acesso ao sistema online com todo o histórico. O serviço é acompanhado por responsável técnico habilitado, com registro no CREA, e a empresa tem toda a documentação municipal, estadual e federal exigida.
Quer saber como ficaria o programa de controle de roedores na sua empresa? Fale com a gente pelo WhatsApp e receba uma proposta.